Eurogym 2016 – dia 3

Levantar cedo, para sairmos às 7:25 em direção à cantina da Universidade, onde fomos tomar o pequeno-almoço, numa opção estranha da organização e nada confortável para os participantes, já que implica andar a passear de um lado para o outro e concentrar todos os participantes, no que resultou 50 minutos de espera até chegarmos aos alimentos que, verdade seja dita, constituíram um ótimo pequeno-almoço.

Depois foi passear pela cidade, tendo a oportunidade de ver um conjunto de locais mais centrais, outros nem tanto e aproveitar para subir à Torre Negra, a Cerná Vez, onde subimos infindáveis, estreitas e íngremes escadas mas que nos permitiu ter uma bonita vista altaneira da cidade. Em todos os nomes faltam uns acentos circunflexos invertidos que o nosso teclado não possui e que tornam todas as palavras lidas ou ouvidas completamente indecifráveis e onde nem o nosso inglês serve de algo, porque nos interlocutores só ouvimos falar a língua mãe.

Ao final da manhã fomos até ao Centro de Exposições, onde pudemos testar o serviço de refeições, a funcionar bem, face a termos sido dos primeiros a chegar, com um sistema de controlo duvidoso, que permitiu aos mais esfomeados repetir e constituir um farnel para a noite(!).

O início da tarde serviu para descansar um pouco na escola, antes de irmos para o desfile. Grande delegação portuguesa, a maior do evento, com permanentes cânticos (assobia Catarina!) e a marcar devidamente a presença lusa, até à Budvar Arena onde aconteceram os discursos da praxe, uma cerimónia de abertura sem brilhantismo e uma festarola no meio do recinto que entusiasmou os milhares de participantes.

O dia terminou com a reunião diária e a preparação do dia seguinte, num grupo que está a viver com intensidade e alegria este evento. Mas dormir, só após conseguir tomar banho numa escola a albergar mais de 300 participantes mas que só tem 3 chuveiros em cada balneário (é o caos!).

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